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Músicos

Mário Laginha

Biografia

Mário LaginhaCom uma carreira que leva já mais de duas décadas, Mário Laginha é habitualmente conotado com o mundo do jazz. Mas se é verdade que os primórdios do seu percurso têm um cunho predominantemente jazzístico – foi um dos fundadores do Sexteto de Jazz de Lisboa (1984), criou o decateto Mário Laginha (1987) e lidera ainda hoje um trio com o seu nome -, o universo musical que construiu com a cantora Maria João é um tributo às músicas que sempre o tocaram, a começar pelo jazz e passando pelas sonoridades brasileiras, indianas, africanas, pela pop e o rock, sem esquecer as bases clássicas que presidiram à sua formação académica e que acabariam por ditar o seu primeiro e tardio projecto a solo, inspirado em Bach (Canções e Fugas, de 2006).[biografia completa]

“TERRA SECA” – Mário Laginha Novo Trio

O novo trio de Mário Laginha nasceu para o mundo no dia 18 de Setembro de 2013, em Lisboa, no Grande Auditório da Culturgest. Ao pianista, juntaram-se o contrabaixista Bernardo Moreira e o jovem guitarrista Miguel Amaral. A formação é, desde logo, uma novidade, mas o que faz com que este trio seja realmente novo é a sua Música, cujo disco de estreia é este “Terra Seca”.
Da junção destes três instrumentos surge uma identidade que não se encerra em nenhuma das cores mais características de cada um. Consegue mesmo romper com o fado, trazendo a Guitarra Portuguesa para um universo tão distante quanto enriquecedor.
O Jazz será o terreno mais próximo, mantendo-se quase sempre a liberdade que lhe é característica, mas parece insuficiente para definir uma música que por momentos faz desta formação um agrupamento de música de câmara que navega entre o estilo clássico e o contemporâneo.
Podemos dizer que a criatividade conseguiu libertar cada um destes instrumentos do seu quotidiano, integrando-os num universo Novo. Em Trio.

“Terra Seca é um disco sumptuoso, belíssimo e que consegue transmitir a cada segundo de música escrita e improvisada o maravilhamento perante um admirável mundo novo (…) Há muito ainda por escavar neste formato, mas Terra Seca é, desde já, um álbum essencial” - Gonçalo Frota, “Ypsilon” 13.12.2013

Mário Laginha – piano
Miguel Amaral – guitarra portuguesa
Bernardo Moreira – contrabaixo

Mongrel

Uma "heresia" que "transborda respeito" por Chopin

"Mongrel", é um tributo à música do pianista e compositor Frédéric Chopin e aparece como o resultado de um convite feito pelo S. Luiz Teatro Municipal e pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, no âmbito do Festival Chopin, promovido por estas duas instituições.
Avesso às abordagens demasiado coladas aos originais de músicos consagrados, embrulhados em roupagens "jazzísticas" ou "pop", Mário Laginha seguiu, em "Mongrel", outros caminhos. [mais sobre o álbum]

 

 

"Espaço"

Espaço, o novo álbum do Mário Laginha Trio, foi editado no dia 8 de Junho de 2007. O concerto de apresentação teve lugar na Culturgest (Lisboa) no dia 26 de Junho.

Espaço
Mário Laginha piano
Bernardo Moreira contrabaixo
Alexandre Frazão bateria

O desafio agora será compor para um trio clássico como este relacionando a música quer com o espaço e o seu respectivo universo acústico, quer com a forma, ou a arte de delimitar esse mesmo espaço. Mário Laginha [mais sobre o álbum]

"Canções & Fugas"

O álbum de Mário Laginha a solo, Canções & Fugas, foi editado dia 3 de Abril de 2006, pela Universal Music Portugal.

Os concertos de apresentação deste trabalho tiveram lugar no 31 de Março no Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), e no dia 01 de Abril na Casa da Música (Porto). Desde então, o álbum tem sido apresentado um pouco por todo o país.

[mais sobre o álbum]


Mário Laginha Trio

Este trio é formado, para além de Laginha, por Bernardo Moreira no contrabaixo, e Alexandre Frazão na bateria, uma secção rítmica de excepção, com bastantes provas dadas, o que faz com que este trio seja um grupo de altíssima qualidade. Deles, Laginha diz serem músicos em que o acto de tocar tem sempre de ser um acto de prazer, e se possível mais, muito mais que isso, um momento de felicidade.

Eles gostam de experimentar e de arriscar. Para eles, os riscos são até um dos estímulos que os fazem, no momento em que sobem para o palco, sentir que estão vivos. Este trio está unido por fortíssimos laços de amizade e uma enorme cumplicidade musical que se tem desenvolvido e manifestado em mais diversas formações e nos mais variados contextos. Isso é bem visível na forma como actuam. 

Site

http://www.mariolaginha.org