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Músicos

Bernardo Sassetti

Biografia

Nasceu em Lisboa em Junho de 1970. Iniciou os seus estudos de piano clássico aos nove anos com a professora Maria Fernanda Costa e, mais tarde, com o professor António Menéres Barbosa, tendo frequentado também a Academia dos Amadores de Música. Dedicou-se ao jazz, estudando com Zé Eduardo, Horace Parlan e Sir Roland Hanna. Em 1987 começa a sua carreira profissional, em concertos e clubes locais, com o quarteto de Carlos Martins e o Moreiras Jazztet; participa em inúmeros festivais com músicos tais como Al Grey, John Stubblefield, Frank Lacy e Andy Sheppard. [biografia completa]

Bernardo Sassetti Trio

O Bernardo Sassetti Trio é, salvo erro, a formação mais estável do jazz português em actividade. Neste concerto, comemora o seu 10º aniversário.
Bernardo Sassetti, Carlos Barretto e Alexandre Frazão têm cada um deles múltiplos projectos separados e são certamente dos mais talentosos músicos de jazz do nosso país. Começaram a tocar juntos em agrupamentos diversos com outros músicos, muito antes de formarem o Trio. Aprenderam a três o que Sassetti descreve como “ uma consciência colectiva do tempo e do espaço”. O que mostram saber quanto ao lugar que ocupam na cena do jazz, foi construído de raiz ao longo dos anos e não adaptado de outras experiências. [ler mais]

Unreal

UnrealOra bem…

Na península de Quasi-algures, numa altura em que as modas se confundem ou deixam (por isso) de ser moda, vamos conhecer Ernesto Ductilo Benito – primeiro administrador de uma fábrica de cooperação e recuperação, na região demarcada de Cidadânia-a-nova. Um dia, o bom Ernesto encontra seis dos seus operários de fabricação em série misteriosamente empoleirados em estranhas máquinas, produzindo sons musicais de nível estético apreciável, que nunca imaginara possíveis nas suas instalações fabris. [mais sobre o álbum]

Ascent

AscentAscent é o título do meu mais recente trabalho de exploração da composição e interpretação musicais em comunhão com as artes visuais, nomeadamente a fotografia e o cinema. Este último, por exemplo, tem-me acompanhado desde o princípio dos anos 80, sobretudo no interesse que tenho pela relação das imagens com a música, ou melhor, na representação psicológica, emocional ou circunstancial, que nos é transmitida pela banda sonora - complemento fundamental da imagética do cinema. [mais sobre o álbum]

Alice

Nunca Lisboa foi vista de forma tão fria como em “Alice” de Marco Martins; a cidade branca, como sempre a conhecemos, assim como a imensidão dos seus habitantes, ganham aqui uma nova dimensão, trágica e sombria – figuras humanas caminham, obstinadas, em aparentes gestos de rotina, indiferentes a tudo o que os rodeia. Assim é Lisboa neste filme, cenário por onde Mário se movimenta à procura de Alice, a sua filha misteriosamente desaparecida. Ninguém acredita que é possível mas ele não desiste. Também a solidão é assim retratada: numa grande cidade, aqueles que nos estão mais próximos são, por vezes, os últimos a acreditar. [mais sobre o álbum]

Fotos

Imprensa

"O realizador [Pedro Almodóvar] afirmou-se «fascinado» pela música portuguesa, realçando não só Rodrigo Leão como Bernardo Sassetti e «a descoberta» que foi Camané".
In LUSA/Sol, 09 Novembro 2007